Heranças Imperfeitas

Heranças Imperfeitas explora a complexa relação entre modernidade e tradições literárias, destacando a forma como a herança cultural é sempre imperfeita e, por isso, transformadora.

O principal argumento é que a modernidade não pode ser compreendida como ruptura mas, pelo contrário, como a assombração das tradições (muitas vezes arrítmicas e sombrias) que a precederam e das leituras e interpretações divergentes dos passados pelos diversos presentes.

O peso que as heranças culturais têm ao longo da história é analisado neste livro a partir da questão do património, de um exemplo da poesia galaico-portuguesa, de autores como Camilo Castelo Branco, Eça de Queirós, Fernando Pessoa, Ruben A., Manuel Gusmão e José Saramago, bem como pela singular posição de Florbela Espanca no contexto modernista-expressionista, e de um poema, tomado como coda, de Jorge de Sena.

«O que pensávamos sobre nós próprios será desfigurado pelos caprichos de uma idade posterior. Como alguém que passa um filme ao contrário a alta velocidade — tornando tudo invisível —, caminho agora em direcção contrária para a saída, caindo da pré-história para a rua, um homem antiquíssimo.» — Cees Nooteboom, O (Des)caminho de Santiago

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O preço original era: 16,90 €.O preço atual é: 15,21 €.

detalhes
ISBN: 9789896719111
Editor: Tinta da China
Data de publicação: Março de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 131x185
Capa: Mole
Páginas: 304
Sub-tema:
Sinopse

Heranças Imperfeitas explora a complexa relação entre modernidade e tradições literárias, destacando a forma como a herança cultural é sempre imperfeita e, por isso, transformadora.

O principal argumento é que a modernidade não pode ser compreendida como ruptura mas, pelo contrário, como a assombração das tradições (muitas vezes arrítmicas e sombrias) que a precederam e das leituras e interpretações divergentes dos passados pelos diversos presentes.

O peso que as heranças culturais têm ao longo da história é analisado neste livro a partir da questão do património, de um exemplo da poesia galaico-portuguesa, de autores como Camilo Castelo Branco, Eça de Queirós, Fernando Pessoa, Ruben A., Manuel Gusmão e José Saramago, bem como pela singular posição de Florbela Espanca no contexto modernista-expressionista, e de um poema, tomado como coda, de Jorge de Sena.

«O que pensávamos sobre nós próprios será desfigurado pelos caprichos de uma idade posterior. Como alguém que passa um filme ao contrário a alta velocidade — tornando tudo invisível —, caminho agora em direcção contrária para a saída, caindo da pré-história para a rua, um homem antiquíssimo.» — Cees Nooteboom, O (Des)caminho de Santiago

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